Autuação de Infração de Trânsito – CAP01


Boa noite,

Para comemorar os 20mil acessos eu recebi uma notificação de autuação de infração de trânsito, nome técnico para a MULTA. Eu já não tenho um histórico muito bom, várias vezes tomei várias multas e por algumas vezes eu contava para os dias para acabar o mês para “caducar” a primeira multa da lista.

Algumas multas eu achei muito injusto, principalmente a do rodízio municipal, porque não há qualquer placa ou faixa que indique a região delimitada pela lei, esta que eu recebi hoje é por “DEIXAR O CONDUTOR DE USAR O CINTO DE SEGURANÇA”, pelo amor que eu tenho a minha vida e pela vida dos demais ocupantes do carro eu NUNCA em toda a minha vida deixei e deixarei de usar o cinto de segurança.

Acho este tipo de multa a mais ridícula de todas, porque o cinto de segurança é um hábito, por eu estar com poucos pontos, não posso aceitar esta, ainda mais pelo valor que será cobrado por ela que serão absurdos R$ 127,69 e 5 pontos para largar de ser besta.

O CET só poderia ter problema de visão no momento do registro, eu de terno preto em um calor insuportável (sem ar condicionado por razões óbvias) com os 2 vidros dianteiros abaixados totalmente, como ele pode afirmar que eu estava sem o cinto?

Vou recorrer, vou apostar com o Dr. Bruno que esta será uma causa perdida, porque o DSV – Departamento de Operação do Sistema Viário é corrupto, brasileiro não tem vez – principalmente paulista, não conheço ninguém que tenha recorrido e ganho uma multa.

Esta multa NÃO PROCEDE vou recorrer ela, com a ajuda de um advogado, provavelmente não seja aceito a minha requisição no primeiro instante, porém nas mãos do CETRAN – Conselho Estadual de Trânsito a coisa pode mudar um pouco.

A indústria da multa está mais aparente neste final de ano, o 13º no bolso do trabalhador facilita a distribuição imprópria de multas.

 

::: Experiências ::: SP


Boa noite,

Roda aro 22, motor turbo diesel com intercooler, 245cv com apenas 2.200rpm, que carro seria? Com estas características qualquer utilitário esportivo chegaria bem próximo, neste caso estou falando da minha mais recente experiência, andar de ônibus em SP no horário de Rush (18h:00), o trajeto foi de apenas 13km e devido ao trânsito e diversas paradas pelo caminho eu consegui chegar em casa exatamente as 20h:00.

Não fiquei 2h dentro do ônibus, mesmo porque eu devo ter andado uns 10min e esperado no ponto de ônibus por outros 10min, fazendo uma conta rápida eu fiquei 1h:40min dentro do ônibus, para percorrer 13km, vamos a matemática que eu aprendi com a “Tia Gorda” do ginásio.

13km = 13.000 m
1 hora e 40 minutos são 6.000 segundos

v = 13.000 / 6.000
v = 3,868 m/s

Convertendo para km/h
v = 2,166 * 3,6
v = 7,79 km/h

Vou postar a tabela com a velocidade máxima dos jogares mais rápidos da Copa do Mundo 2010, embora não seja média, mas dá para ter uma noção de tão rápido é um ônibus.


Bom, agora temos a velocidade média… dá para sentir o drama em andar de ônibus na cidade de SP? Vamos as referências…

O trator do anúncio abaixo, possui uma velocidade média (trabalhando) de 7,5km/h…. isso é bizarro, mas é verdade, um ônibus em SP leva o mesmo tempo para percorrer uma pequena distância quanto um trator em uma lavoura.

*Crotalária = Vagens Secas

No site da SPTrans tem uma pergunta permanente “Que tal ir de ônibus?”         “-Não obrigado” – eu respondo sempre, as vezes eu sou educado, nos dias normais eu responderia “Só por decreto!” ou “Nem F***!!”, mas hoje depois de andar novamente de carro respondi de forma educada mesmo.

Andar de ônibus e não passar um stress, por menor que seja então provavelmente você está em uma linha alternativa, horário alternativo, cidade alternativa, estado alternativo, esta possibilidade simplesmente não existe na cidade de SP.

Encontra-se todo tipo de pessoa no ônibus, dos engravatados da C&A, Funkeiras, Psicóticos, Psicopatas, Bêbados, Doentes, Normais (casos raros). As pessoas ainda são divididos em duas categorias: Os que reclamam e os que reclamam muito. Normalmente os que reclamam muito não fazem nada e os que só reclamam fazem menos ainda.

É complicado definir a experiência em andar de ônibus na capital paulista…. Quando chove ferra tudo, quando faz sol ferra, em tempos normais também ferra…. Uma pessoa em sua sã conciência não andaria de ônibus por gosto, simplesmente por falta de opção mesmo, aos finais de semana o cenário muda, porém de segunda à sexta-feira são de longe a pior opção de transporte.

O transporte público é precário, todos sabemos, como melhorar ninguém sabe…  – li no jornal que a SPTrans recebe em média 200 reclamações por dia – muitas idéias e poucas soluções, porém a verdade seja dita, não encontrei sujeira dentro do ônibus (também não consegui olhar para os meus pés no trajeto), a alguns anos atrás os ônibus eram muito mais sujos, provavelmente porque na época da Luiza Erundina a forração dos bancos era de tecido (do mais precário) e juntava muito pó e substâncias que até hoje eu prefiro não imaginar o que sejam.

 

 

O transporte público tem muito o que melhorar, a cidade cresceu ( e continua crescendo rapidamente), se as coisas não mudarem, sinto em discordar de 1milhão e trezentas mil de pessoas que votaram no Tiririca…. “PIOR QUE TÁ FICA SIM”….

 

Abraços

Roda de ferro aro 16″?


Boa tarde,

Depois do incidente na rodovia próximo a cidade de Presidente Prudente, hoje, finalmente consegui tempo para montar um estepe que eu possa utilizar em todas as situações.

Como eu ainda tenho um projeto de substituir os tambores traseiros por discos frisados de 284mm as rodas aro 13″ que equipam o estepe do Cerberus não poderiam ser mais utilizadas com segurança.

No vídeo que eu postei no youtube durante a ocorrência eu havia observado somente um pequeno furo no pneu, com bastante calma em casa eu vi que se tratava de um rasgo bem maior – como pode ser observado na foto acima.

Um tremendo desperdício, porque o pneu havia completado 10mil km rodados, praticamente novo, levando em consideração que um pneu pode ter sua vida útil condenada aos 60mil ~ 80mil km (ou 4 ~ 5 anos). Este da foto acima foi comprado em 2010 e no mesmo ano já foi aposentado.

Fui atrás de um estepe novo, procurei pela roda de liga leve do Astra 2010 em vários lugares, o preço médio para uma roda (reposição) sairia algo em torno de R$ 450,00 e R$ 550,00, fiz orçamento em diversas lojas (inclusive na GM),  a resposta mais comum é que este modelo de roda é exclusivo para venda em autorizadas GM e normalmente quem oferece são rodas usadas, reformadas ou adquiridas em alguma condição especial. ” – Ninguém vende somente uma 1 roda deste modelo, é mais fácil comprar o jogo completo” – foi a resposta que eu ouvi em pelo menos 4 lojas da grande São Paulo.

Devido a dificuldade e o alto custo de aquisição, decidi procurar por rodas de ferro. Pensei comigo que seria mais fácil encontrar, porque atualmente diversas montadoras estão equipando os seus carros com rodas aro 16 e o estepe (ainda) não são de rodas de liga leve (levando em consideração os carros nacionais).

Para a minha sorte encontrei um desmanche que estava com 1 roda de ferro original do Renault Megane, foi a única que eu vi em toda S. Paulo e ainda pesquisei por sites de e-commerce onde normalmente as pessoas falam que tem mas nunca tem.

O preço era bem salgado para uma roda de ferro, me custou R$ 170,00 + 20,00 (negociado) do frete. Comprei confiando no vendedor que a furação seria a mesma, liguei para uma concessionária da Renault e o vendedor me disse que esta roda não existe para venda, somente por ocasião (oportunidade), depois de ouvir isso, não pensei 2 vezes, fechei negócio.

Comprei a roda, chegando em casa, levei 2 semanas para conseguir tempo para levar para montar.

Pedi para calibrar com 40 libras, porque não quero ter o trabalho de ficar tirando o som do carro e ficar calibrando toda vez. Para a minha sorte, havia um Corsa Classic na borracharia trocando o pneu dianteiro, pedi autorização para o dono e pedi para o borracheiro certificar que a roda do Megane serviria 100% no Corsa – A furação 4 x 100 ficou perfeita, como se fosse original do Corsa.

Tirei uma foto lado a lado para vocês observarem que a roda de ferro do Megane serve 100% no Corsa sem adaptações ou algo parecido.

Obrigado pela visita e fica a dica para quem procura pela roda de ferro aro 16″ para os carros da GM.

 

Abraços

Experiências – Trocar Pneu


Boa noite,

Fazia um tempo que eu não postava nada no wordpress, então eu decidi resgatar um vídeo pessoal gravado no mês de outubro de 2010. O vídeo é bem recente e vou tentar descrever como foi traumatizante a experiência de trocar um pneu as 02h:55min da madrugada do dia 12/10.

Só para reforçar um pouco do ocorrido, estava voltando para a casa do meu Primo (em Caiabu) e o caminho mais fácil e rápido saindo de Presidente Prudente é passando pela estrada Municipal SP425 que cruza a rodovia Assis Chateaubriand.

Até a presente data a rodovia municipal possuía alguns buracos mas nada fizesse qualquer motorista trocar a rota. Justamente no dia 12/10 apareceram 2 novos buracos, passei por esta rodovia do dia 09 ao dia 12 e justamente no último dia apareceram estes buracos.

O pneu Toyo Proxes 195/45/16r suportou bem os impactos, tanto que foi possível rodar alguns metros com o pneu, mantendo a direção segura do automóvel.

O rasgo causado pelo buraco no pneu deu a volta por completo, no vídeo é possível perceber, porém de cabeça quente e pouca paciência acabei não reparando neste detalhe.  O Pneu está guardado em casa, assim que possível vou tirar algumas fotos dele para vocês observarem como o pneu ficou.

A experiência foi péssima, porque o Cerberus está com freios especiais, que exigem rodas de no mínimo aro 16″, meu estepe é (era) aro 13″, tivemos que retirar um pneu de trás, jogar para frente e depois montar o estepe em um dos lados de trás, sentiram o drama de fazer 2 trocas as 3 da manhã?

Além disso, a roda que estava o pneu ficou um pouco amassada e eu optei por reformar e pintar todas elas para dar mais exclusividade ao meu projeto.

Espero que gostem do vídeo, façam comentários nele e no post.

Obrigado e um abraço

Experiências – Fox 2008 – 1.0 8v


Boa tarde,

Montei uma lista de carros que eu vou descrever no site, nas experiências anteriores eu falei sobre o Palio 1.5 e Civic 1.7.

Ainda faltam o Corsa 1.6, Fit 1.5, Fusca 1.5, Gol 1.0 – 16v, Cerato 1.6, Kadett 1.8 e alguns outros. O objetivo é falar sobre os carros que existem ainda disponíveis no mercado naiconal de forma que sirvam como exemplo de boa compra ou não.

O Fox 2008 em questão foi um carro que eu aluguei em 2009. Mesmo atrasado um pouco o que eu passei com esse carro não merece ser esquecido. Equipado com Ar condicionado e direção hidráulica o Fox é uma boa compra ainda. Mesmo sendo reestilizado este ano, é possível encontrar muitos carros por aí em excelentes condições de uso.

Carro possui um paneil modesto, bem simples na verdade, quase não dá graça olhar para ele, o conta-giros é pequeno e mal dimensionado no painel, além do que ele não possui um termômetro do motor (assim como no Ford Ka).

Carro alto, posição de guiar agradável, viajei para Presidente Prudente (Oeste Paulista) em uma viagem de aproximadamente 600km. Posso dizer que eu dirigi 3mil km  em 1 semana com o carro. Eu que estava acostumado com carros somente a gasolina, encher um tanque com alcool foi um alívio no bolso. Na época o Alcool custava um pouco mais de  1 real e compensava (e muito) o abastecimento somente com etanol.

O motor possui 71,5cv algo muito bom para um carro 1.0, viajando sozinho, com pouca bagagem, atendeu e muito as necessidades.

Eu nunca tinha viajado com ar-condicionado, isso porque o meu Corsa não tem luxo algum (optei por performance), gostei da experiência, embora eu sinta que o consumo poderia ter sido melhor.

O Fox é um bom carro, mas não dá para brigar com o Honda Fit ainda. Precisa melhorar o acabamento interno, painel e principalmente oferecer o motor 1.6 por uma diferença de preço menor em relação ao 1.0.

Experiências – Civic 2005 – 1.7 16v


Boa tarde,

Recebi alguns e-mails de pessoas que me perguntaram se eu já dirigi carroso o suficiente para enriquecer a categoria “Experiências”.  Já dirigi tantos carros que se eu não escrever de como foi, algum dia vou acabar esquecendo.

Para muitos dirigir qualquer carro da Honda acaba se tornando uma tarefa bem dificil ou quase impossível… besteira, paradigma seria o termo mais correto, hoje em dia pode-se encontrar um Civic 2002 até 2006 (modelo antigo) por preços muito acessíveis, carro completo e confortável vou descrever aqui como o carro se comporta na cidade e na estrada.

Já dirigi muitos Civics, automático ou manual, vou tentar mesclar um pouco de cada neste post de forma que você caro leitor possa entender um pouco mais sobre a máquina.

Disponível nas versões EX, LXL e  LX, apenas com uma motorização (1.7 porém com uma variação entre 115cv e 130cv), na sua sétima versão está repleta de itens bem convidativos para disputar a liderança do mercado nacional.  Não preciso dizer que o carro vem com ar condicionado, direção hidráulica de série, certo?

Carro muito confortável, excelente potência e consumo bem baixo. Fiquei algumas semanas com uma versão automática com banco de couro e freios ABS (Versão EX). Apenas do câmbio de 4 marchas o carro possui boa arrancada e estabilidade na estrada e na cidade, quase não se sente os “solavancos” dos câmbios automáticos.

Disponível apenas na versão com 4 portas, não tivemos a sétima geração na versão coupê (somente as versões mais antigas – japonesas). O Civic no Brasil sempre acompanhou o design mundial da Honda, algumas vezes com atraso. A Toyota adota a mesma estratégia no mercado nacional, onde encontra-se o Corolla nos EUA com o mesmo Design do Nacional.

O rádio do Civic assim como em muitos carros atuais é totalmente fixado no painel, inibindo a ação de criminosos, os comandos do rádio e ar condicionado estão de fácil acesso e não são complicados de regular.

A versão coupê do Civic não muda exatamente nada para a nacional 4 portas. As rodas são aro 15″ e possuem um design limpo.

O parachoque dianteiro possui as entradas para faróis de milha, porém poucos proprietários na época adotaram o acessório ao retirar o carro da concessionária.

O automático nacional possui piloto automático, que para se dirigir na estrada torna a viagem bem menos cansativa. O carro é extremamente silencioso e sua suspensão mesmo em terrenos irregulares não faz com que o carro fique barulhento demais.

Repare nos comandos do volante para o piloto automático. O câmbio da foto acima é manual (versão americana – não disponível no Brasil). Porém o design até mesmo interno do carro é exatamente o mesmo que o nacional.

O carro mostrou muito confortável e com um motor muito silencioso, logo de cara poucos arriscariam que o carro possui 5 anos de idade, somente para quem conhece o carro, porque mesmo após esses anos continua sendo uma boa compra no mercado de semi-novos.

Abraços

Experiências – Palio 1996 – 1.5 8v


Boa noite,

Para quem me conhece, sabe que eu tenho um olhar crítico em diversos assuntos, o que mais me interessa são lugares e veículos. Enquanto o meu projeto Cerberus não é concretizado pela Trippyz (2 semanas de trabalho) peguei o Palio do meu amigo Bega emprestado, que aliás eu considero muito por esse ato nobre de solidariedade.

A experiência que eu irei retratar será como guiar nas ruas de São Paulo com um Palio EL 1996 equipado com um motor 1.5 de 76cv, o carro está todo original. Não irei avaliar o carro em questão, mas sim o Palio em si.

Projetado em 1992 e lançado no Brasil em meados de 1996 o Fiat Palio contou com muitas inovações na época, era para ter sido o substituto do Uno porém as vendas do Uninho no Brasil sempre foram altas…. então porque mecher em time que está ganhando?

O Palio na época contava com motores 1.5 8v e 1.6 16v, ambos famosos por serem extremamente consumistas e sedentos por (argh!) gasolina, alguns até sairam equipados com Air Bag, que até então nenhum modelo da categoria vinha com esse luxo. Freios ABS, Ar condicionado, Direção Hidráulica também estavam na lista de presentes dos que tinham mais intimidade com os modelos da Fiat.

O Palio também ficou famoso em ter várias versões adaptadas para portadores de necessidades especiais. Lembro que na época que o meu Pai tinha um Logus, eu na ocasião, entrei em um Palio semi-automático, mal eu sabia o tão raro era o carro que eu estava.

Bom, vamos ao que interessa…

O Palio é um carro muito gostoso de dirigir, posição agradável e direção muito (mas muito) leve. Equipado com rodas aro 13, mesmo sem direção hidráulica o carrinho é bem macio.

Anda calmo pelas ruas e apertando um pouquinho mais sente-se que o motor mesmo com 14 anos de vida ainda apresenta bom comportamento, fácil de guiar e fácil de manobrar.

Como ponto negativo, fica o consumo do carro, que no primeiro semestre de 2010 dei de presente ao meu amigo um verdadeiro chá de oficina, melhorou mas mesmo assim não agrada o bolso, consumo similar a um veículo 1.8 a alcool de hoje.

Não pude avaliar a iluminação original do carro, porque o meu colega trocou por lâmpadas da Philips, para quem não sabe como ficaria no carro instalado, tirei algumas fotos (sem flash) agora a pouco (23:30) para mostrar para você, caro leitor.

No farol baixo tem as famosas lâmpadas do tipo “Pingo”, são bem azuis quando observadas a olho nu.

Ligado a noite, tem um efeito muito similar ao Xenon de 6000k

Tirei uma foto de dentro do carro para ver como ficaria, infelizmente por ter a parede da garagem, o efeito ficou muito superior a realidade.

Bom, mas a idéia é ter apenas uma referência do efeito da luz branca instalada no carro.

FICHA TÉCNICA
MOTOR
Dianteiro, transversal, 1.5 litros, 4 cilindros em linha, 8 válvulas, álcool
Cilindrada 1.497 cm3
Potência máxima (cv / rpm) 77 / 5.250
Torque máximo (kgfm / rpm) 12,4 / 2.750
Taxa de compressão 11.4
Ignição Magneti Marelli, eletrônica digital
Inejção Magneti Marelli MPI 1G7, multiponto, semi-sequencial, indireta
TRANSMISSÃO
Câmbio manual de 5 marchas; tração dianteira
DIREÇÃO
Tipo pinhão e cremalheira, com assistência hidráulica (opcional)
FREIOS
Dianteiros à discos ventilados
Traseiros tambores
SUSPENSÃO
Dianteira Tipo McPherson com rodas independentes, braços oscilantes inferiores transversais e barra estabilizadora; amortecedores hidráulicos, telescópicos de dupla ação; molas helicoidais
Traseira Com rodas independentes, braços oscilantes inferiores; amortecedores hidráulicos, telescópicos de dupla ação; feixe de molas transversal e auto-estabilizador
RODAS / PNEUS
5J x 13, aço estampado / 165/70 R 13
TANQUE DE COMBUSTÍVEL
48 litros
DIMENSÕES EXTERNAS
Comprimento 3.763 mm
Largura 1.602 mm
Altura 1.445 mm
Distância entre-eixos 2.361 mm
DESEMPENHO
Velocidade máxima 165 km/h
Aceleração de 0 a 100 km/h 12,8 s
CAPACIDADE DO PORTA-MALAS
280 litros
PRINCIPAIS EQUIPAMENTOS OPCIONAIS
Freios ABS
Air-bag para motorista e passageiro Apóia-cabeças no banco traseiro
Ar condicionado
Direção hidráulica
Travas e vidros dianteiros elétricos