Chevrolet na Fórmula Indy


Boa noite

A Chevrolet anunciou esta semana que estará na fórmula Indy, competição dominada pela Honda.

“Estamos muito animados em ter uma concorrência de motores na Fórmula Indy a partir de 2012. A Chevrolet traz uma grande paixão por corridas, tecnologia, relevância e inovação, a qual se junta muito bem com a nova plataforma do nosso carro. Estamos empolgados com o futuro da categoria com a adição da Chevrolet, assim como a continuação da nossa fornecedora de longo tempo, a Honda”, disse Randy Bernard, presidente da F-Indy.

 

A Chevrolet fornecerá motores em bloco e com cabeçote de alumínio, completamente integrados ao chassi dos carros. A peça suportará a caixa de câmbio e a suspensão traseira dos carros. E segundo o regulamento da categoria americana, os motores serão turbo V6, de 2,4 litros

 

“Queremos agarrar essa oportunidade de receber a Chevrolet de volta. Estamos orgulhosos das inúmeras conquistas da Honda durante o período em que ela foi nossa única fornecedora, incluindo as cinco últimas edições das 500 milhas de Indianápolis sem nenhuma falha de motor, temos repetidamente expressado nosso desejo por competição de motores na categoria, desde nossos primeiros dias como fornecedores únicos”, disse Erick Berkman, presidente da direção de competições da Honda nos EUA.

A F-Indy hoje

Os F-Indy são equipados com o motor Honda de oito cilindros em “V”, com quatro válvulas por cilindro, aspirado, de 3500 cm³ de cilindrada, que gera 650 hp a 10.300 rotações por minuto (rpm). Composto por bloco e cabeçotes de alumínio, o Honda Indy V8 pesa apenas 127 kg, ao mesmo tempo em que oferece grande durabilidade e dificilmente apresenta problemas entre as revisões. Acoplados ao motor ainda vão o sistema de escapamento e a tomada de ar (air box). Em matéria de desempenho, o propulsor da empresa japonesa apresenta excelente torque nas faixas intermediárias de rotações, atendendo, assim, à variação de tipos de pista do calendário, com circuitos mistos e de rua, ovais curtos e longos (superspeedways).

Obrigado

Ford Maverick


Boa noite,

 

Vou escrever este tópico para aqueles que sentem saudades dos grandes clássicos da indústria automotiva nacional, alguns carros marcaram época em nosso asfalto, outros tentaram e não conseguiram. A verdade é… a grande maioria dos carros que fizeram história no mercado nacional ainda está em circulação e para aqueles que curtem ainda dá tempo de adquirir o seu, alguns com preços absurdamente caros, porém realmente bem conservados.

 

Hoje eu gostaria de falar sobre o Ford Maverik, carro que infelizmente eu  nunca dirigi e que sempre tive vontade de guiar… o verdadeiro muscle car brasileiro, equipado com motor V8… a versão clássica 2 portas realmente é um carro que me agrada muito.

Se o carro for preto e tiver as rodas originais da época, na verdade acho que o Maverick original muito mais bonito do que as versões estragadas que vemos por aí… preto fosco, roda aro 20″, som forte…. tudo isso são acessórios para carros modernos, cada um no seu respectivo modelo, o Maverick é um Clássico dos anos 70″, devemos respeitar a idade e manter o carro o mais original possível.

Hoje é possível encontrar o carro em bom estado por 25mil, entenda que carros nesta faixa de preço são os modelos 4 cilindros, com nenhum item de conforto (não que ele realmente seja confortável) mas o proprietário deve saber é que o Maverick nesta faixa de preço, fatalmente precisará de um investimento de pelo menos 10mil reais para deixar ele mais “aceitável”.

Um Maverick completo com motor acertado, câmbio ajustado e todos os itens em seu perfeito funcionamento nasce em 50mil… exatamente o dobro da versão mais favelada do carro, infelizmente por se tratar de um carro relativamente antigo, poucas as pessoas acham coerente gastar mais em um carro desta época do que um carro zero km com possibilidade de revenda mais rápida.

A verdade é que atualmente os carros mais antigos deve ser tratados como itens de coleção… talvez uma coleção bem cara, mas não um carro para ser utilizado no dia a dia como meio de transporte principal. Quem tem um Maverick totalmente reformado e anda com ele todos os dias tem 2 grandes riscos

1) Acidentes

2) Roubo

Os grandes motores que equipam o muscle são usados como geradores ou até mesmo as peças de reposição utilizadas em um mercado pouco convencional. Se envolver em um acidade com um Maverick não é certeza de poucos hematomas, lembrando que ele foi criado em uma época em que o cinto de segurança não era obrigatório, air-bag era item (ainda hoje) utilizado somente em carros de alto padrão….

Os Maverick equipados com o potente motor V8 fizeram algum sucesso nas pistas brasileiras, de 1973 a 1977 das quais participou, como o Campeonato Brasileiro de Turismo, provas de Endurance e a antiga Divisão 3.


Devido à grande capacidade cúbica do motor 302 V8, alguns Maverick 8 cilindros receberam extensas modificações, como por exemplo o modelo construído pela Ford especialmente para a Divisão 3, por intermédio do preparador Luiz Antonio Greco. O motor recebeu, entre outros itens, cabeçotes de alumínio Gurney-Weslake, iguais aos usados no lendário Ford GT-40, comando de válvulas especial e 4 carburadores de corpo duplo Weber 48 IDA. Segundo relatos, com esta modificação o motor atingiu a potência de 350cv líquidos, cerca de 3 vezes a potência original.

No Campeonato Brasileiro de Turismo o maior rival do Maverick era o Chevrolet Opala, um carro bastante potente, um pouco mais leve e econômico com seu motor de 6 cilindros e 4,1 litros. Tal disputa durou até a retirada do apoio oficial da Ford do Brasil a esta competição, por causa dos resultados pouco expressivos do Maverick nas pistas o que acabou originando o Campeonato Brasileiro de Stock Car, uma categoria que por anos foi monomarca e só teve Opalas.

O carro apresentava inicialmente três versões: Super (modelo standard), Super Luxo (SL) e o GT . Os Super e Super Luxo apresentavam-se tanto na opção sedã (quatro portas – lançado alguns meses após o lançamento do Maverick) como cupê (duas portas), sendo sua motorização seis cilindros em linha ou, opcionalmente, V8, todos com opção de câmbio manual de quatro marchas no assoalho ou automático de três marchas na coluna de direção. Já o Maverick GT era o top de linha. Com produção limitada, ele se destacava externamente pelas faixas laterais adesivas na cor preta, capô e painel traseiro com grafismos pintados em preto fosco, rodas mais largas, um par de presilhas em alumínio no capô e, internamente, um conta-giros sobreposto à coluna de direção do volante.

O Maverick GT vinha equipado com motor de 8 cilindros em V de 302 polegadas cúbicas, potência de 178 hp (potência bruta, 135 hp líquido), e 4.950 cm3 de cilindrada oferecido somente com câmbio manual de quatro marchas com acionamento no assoalho. O Maverick equipado com motor V8 podia acelerar de 0 a 100 km/h em pouco mais de dez segundos.

Gostaram do carro?

 

Obrigado