Veja como e quanto pagar de IPVA


Boa noite,

Os proprietários de veículos anualmente tem que pagar o IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículo Automotor). O valor cobrado varia de estado para estado e é calculado sobre o valor do carro na tabela FIPE. Os estados que cobram mais caro são São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, onde o valor do IPVA (alíquota) corresponde a 4% sobre o valor da tabela FIPE. Em São Paulo, os veículos movidos a álcool, GNV (gás natural veicular) ou elétricos pagam 3%.

Entre os estados que cobram menos estão Acre, Tocantins, Paraíba, Sergipe, Espírito Santo e Santa Catarina, todos com 2%. Além de São Paulo, Goiás e Bahia possuem duas alíquotas. Em Goiás, os veículos com motor de 1.0 pagam 2,5%, os demais pagam 3,75%. Na Bahia o IPVA é de 2,5%, mas os veículos movidos a diesel pagam 3,5%.

Os proprietários que efetuarem o pagamento do imposto em cota única no mês de janeiro de 2011 terão desconto. O IPVA também pode ser parcelado, sem desconto, observando as datas de vencimento em janeiro, fevereiro e março.


O IPVA substituiu em 1985 a Taxa Rodoviária Única (TRU), então cobrada pela União na mesma época do licenciamento de veículos, e seu fato gerador é a propriedade do automóvel. Em outras palavras, quem possui um carro tem que pagar o imposto.

O IPVA é um tributo estadual. São os Estados e o Distrito Federal que recebem o dinheiro arrecadado, através das secretarias da Fazenda. São elas, também, que definem o valor que será cobrado. O valor do IPVA de um veículo, portanto, muda de Estado para Estado.

Confira abaixo a alíquota do IPVA de cada estado.

Sul
Rio Grande do Sul: 3%
Santa Catarina: 2%
Paraná: 2,5%

Sudeste
São Paulo: 3% e 4%
Rio de Janeiro: 4%
Minas Gerais: 4%
Espírito Santo: 2%

Distrito Federal: 3%

Nordeste
Bahia: 2,5% e 3,5%
Sergipe: 2%
Alagoas: 2,5%
Pernambuco: 2,5%
Paraíba: 2%
Rio Grande do Norte: 2,5%
Ceará: 2,5%
Piauí: 2,5%
Maranhão: 2,5%
Norte
Tocantins: 2%
Pará: 2,5%
Amapá: 3%
Amazonas: 3%
Roraima: 3%
Rondônia: 3%
Acre: 2%

Centro-Oeste
Mato Grosso: 3%
Mato Grosso do Sul: 2,5%
Goiás: 2,5 e 3,75%

 

Obrigado

Troca de Óleo


Boa noite,

Estava em um posto de serviços automotivos e me deparei com um feliz proprietário de uma Saveiro 2009, que não entendia nada sobre troca de óleo, disse a ele que faria um tópico sobre esse tema, espero que ele acesse o site e veja, caso contrário o tópico será de grande ajuda a outras pessoas da mesma forma.

É que longos períodos em marcha lenta no trânsito urbano acelera a degradação o óleo, pois nessas condições o excesso de combustível injetado no motor se acumula no lubrificante. Somado a isso, está o aumento da temperatura provocado pela deficiência de ventilação.

É importante lembrar que a troca de óleo depende não apenas da condição de uso do veículo, mas também do tipo de motor (original, turbo, aspirado….)

 

Toda vez que você for trocar o óleo do carro, tenha em mente alguns fatores:
1- Utilizar sempre óleo com a especificação do fabricante do seu veículo (ou superior).
2- Trocar o óleo com menos quilomentragem do que a máxima indicada no manual do seu veículo. Lembre-se que por ser a máxima, deverá ser o limite da troca e não o prazo normal. Procure a indicação mínima de quilometragem e, se não houver, acostume-se a trocar a 2/3 do prazo máximo (por exemplo, se for recomendado no máximo a cada 4.500Km, troque com 3.000Km). Fazendo assim, você terá motor conservado por mais tempo. Não “estique o prazo” da troca. Não vai compensar.
3- Troque também o filtro de óleo a cada troca de óleo. Saiba que num carro médio (nem top de linha nem popular), costuma ficar no filtro de óleo cerca de meio litro do produto antigo, mesmo quando se deixa escorrer todo óleo, e o óleo velho que fica, rapidamente vai “contaminar” o novo que você estará colocando.
4- Outras recomendações também são importantes:

  • Completar o óleo, não substitui a troca quando chega a hora certa de trocar o óleo.
  • Ao ligar o carro pela manhã ou quando estiver algumas horas parado, deixe o motor funcionar por pelo menos 30 segundos (o ideal é mais que isso), para que o óleo atinja uma temperatura boa de lubrificação e tenha chegado a todas as partes do motor. Acelerar o carro com o motor sem lubrificação, danifica muito. Nos primeiros quilometros, não dê alta rotação no motor.

 

5- Alguns fabricantes recomendam a substituição do óleo da caixa de marchas com certa quilometragem. Quando não houver esta recomendação, troque entre 30.000 e 50.000Km.

Óleo e Filtro de Óleo


Boa noite

A manutenção correta do óleo do motor é um dos aspectos que mais se deixa de lado em um carro. Apesar de ser fácil e rápido a maioria das pessoas não presta atenção nas trocas e nos tipos de óleos e filtros no mercado. Isso pode influir dramaticamente na vida útil do motor, muito mais do que se o motor é Turbo ou não.


As pessoas costumam me perguntar se o Turbo diminui a vida útil do motor, nunca ninguém me pergunta se óleo e o filtro que estão usando diminui a vida útil do motor e na verdade faz muita diferença.

Existem basicamente dois tipos de óleo, com base de petróleo e base sintética. E também a mistura dos dois tipos.
O óleo mineral é muito antigo, vem sendo usado a centenas de anos. Já o óleo sintético é mais recente e provou ter melhor poder de lubrificação e maior durabilidade. O lado negativo do óleo sintético é o preço.
Na escolha do tipo de óleo a ser usado o fator mais importante é a viscosidade. Viscosidade é a propriedade que o óleo tem de fluir por um orifício calibrado a uma determinada temperatura. Um óleo com uma viscosidade 5 é quase igual a água, ao passo que um óleo com uma viscosidade 40 comporta-se como mel. Óleos multiviscosos usam polímeros para regularem a viscosidade enquanto a temperatura do motor varia. Sendo assim um óleo 15W-50 varia sua viscosidade de 15 quando o motor está frio (porque as folgas são menores) até 40 quando o motor está quente. O W significa sua aplicabilidade para o inverno, do inglês winter.


Os filtros de óleo também não são todos iguais. A função do filtro é manter fora do óleo as partículas que o contaminam. O óleo por si só não se torna menos lubrificante, ele se contamina com água, sujeiras e limalhas do motor. A maioria dos filtros originais removem em torno de 72% das partículas entre 8 e 10 microns. (um fio de cabelo tem 67 microns de diâmetro). Filtros de má qualidade, normalmente os mais baratos removem apenas 40% destas partículas. Por isso a importância da troca do filtro de acordo com o manual do veículo.
No nosso caso, motores preparados e Turbo, recomendamos seguir a risca a troca de óleo conforme o diz manual para condições severas, que são, tráfego pesado e percursos inferiores a 6 kms, reboques de carretas e alta performance. Troque o filtro em toda troca de óleo.

Dicas para upgrade do freio


Boa noite,
Para quem acompanha o blog, sabe que a alguns meses eu fiz um upgrade nos freios traseiros do Corsa, utilizei um kit adaptado do Kadett/Monza para obter máxima performance nas frenagens.

Vou postar abaixo algumas dicas de como manter o kit de freio do seu carro.

Primeiramente o essencial seria um check up semestral em todo o sistema, verificar o estado das pastilhas e lonas, se for o caso. Conferir os conduites das rodas em relação a possíveis vazamentos, bem como seu estado geral, checar se não estão parcialmente rompidos, por uma eventual pancada ou desgaste natural. Então abrindo-se o tambor traseiro checa-se o cilindro de roda quanto a vazamentos e funcionamento.

Depois checa-se o estado do Cilindro Mestre e do Hidrovácuo. Caso o freio esteja muito duro, o problema é do Hidrovácuo, ou em muitos casos da mangueira de conexão entre o coletor de admissão e o Hidrovácuo. Caso o freio esteja abaixando o pedal se pressionado por um período de tempo, então é o Cilindro Mestre que não veda o suficiente necessitando ser substituído. Atenção em ambos os caso torna-se perigoso o adiamento do conserto.
Após conferido todo o sistema está na hora de trocar o fluido de freio que deve ser feito anualmente. Use um fluido de freio Dot 4 ou superior. Assim evita-se o fading, o fadiga quando se é exigido em condições severas. Atenção, freios ABS usam fluidos especiais.

5 dicas para se pensar antes de fazer um upgrade nos freios

1. Use pastilhas mais eficientes, ou até de competição, elas gastam um pouco mais rápido porém são bem mais eficientes.
2. Discos de freio maiores, uma mecânica que trabalhe com adaptações pode encontrar um disco de freio de outro carro, maior no diâmetro, que possa ser usado no lugar do original. Isto aumenta muito a eficiência do sistema, inclusive baixando a temperatura dos discos.
3. Pinças de freio maiores e mais eficientes, já existem no mercado pinças com mais pistões para se Ter um melhor aproveitamento das pastilhas. Elas são muito eficientes, inclusive no caso de não ser possível usar discos maiores.
4. Discos traseiros. Só após as modificações acima justifica-se colocar discos traseiros. É importante se equalizar e dimensionar adequadamente os discos traseiros para que possa ser eficiente.
5. Hidrovácuo e Cilindros Mestre maiores, agora que tudo está superdimensionado é hora de superdimensionar o coração do freio. Também em se tratando de adaptações tem que ser verificado qual o sistema que será compatível.

É importante ressaltar que quanto mais rápido estiver o carro, mais se notam as modificações acima descritas. E que o pneu usado pelo carro também desempenha um papel importante na desaceleração do veículo.