Viagens pelo Brasil


Boa noite,

Não este tópico não é referente ao projeto criado pela Marta “Viaja Mais Melhor Idade” que aliás não rima com nada, os descontos são toscos, levando em consideração o valor médio que um aposentado recebe hoje.

Uma das vantagens em ter pouco juízo, um tanque cheio de combustível e muita coragem é criar uma rota que não existe no google maps.  Estava na casa da minha família na cidade de Caiabu (uma cidade com um pouco menos de 5mil habitantes, localizada a oeste do estado, famosa por….. absolutamente nada hahaha).

O melhor da região certamente é a cidade de Presidente Prudente, que possui excelentes bares e restaurantes, vida noturna agradável. Não é uma das cidades mais seguras do Brasil, mas está longe de ser uma das piores para se morar.

Traçando a rota de Caiabu para Presidente Prudente no mapa, existe apenas uma rota…. do centro da pequena cidade até a rodovia Assis Chatoubriand e pronto.

Por que fazer a mesma rota sempre? vamos variar e ver no que vai dar….. Decidi trocar 42km de asfalto por 15km de estrada de chão.

Acho que pela foto deu para ter uma noção do que esperava… uma excelente estrada de chão, sem qualquer buraco ou cascalho… sem dó nem piedade cravei os 80km/h que podiam facilmente ser 100km/h mas eu preciso conservar rodas, pneus e suspensão do carro, então foram poucos os momentos que eu acelerei mais forte.

Como nem tudos são flores, encontrei o primeiro obstáculo do caminho… uma ponte de madeira

Cenário 01: A PONTE DO RIO QUE CAI

Além da bela paisage, fui obrigado a descer do carro para conferir de perto as condições da ponte, por ela ser larga desse jeito, provavelmente deve ser caminho de caminhões de boi, cana ou similares.

Fui até metade da ponte, dei uma olhada em volta e realmente eu posso falar que não existe um lugar melhor para relaxar do que o interior, me fala se diante de uma cena dessa, existe a possibilidade de você se preocupar com algum relatório que precisa ser entregue ou e-mail para responder?

Voltando a ponte…. parcialmente quebrada, mas nada para me preocupar…. se fosse de moto eu teria um bom motivo para tentar desviar o caminho.

Cenário 02: PERDIDOS NO ESPAÇO

Praticamente impossível andar em linha reta, tive que invadir umas 2 fazendas para acertar o caminho. Nessa altura do campeonato o GPS só prestava para informar o horário e eventualmente a velocidade do carro.

Coordenadas geográficas? esquece… parecia um parafuso, ficou girando o mapa tantas vezes que eu só não desliguei o GPS porque estava engraçado.

Vejam pela foto que o GPS ficou completamente verde, sem qualquer informação de lugar ou rota, reparem também que a estrada está completamente seca, haviam algumas pedras no caminho, mas nada que me preocupasse tanto quanto a foto abaixo.

O que faltou de água no rio da ponte, sobrou aqui na estrada, parecia que choveu somente ali. Qualquer jipeiro com o seu 4×4 adoraria passar “comendo lama”, mas o corsinha…. coitado… tração dianteira e pouco peso, fizeram eu sair da reta várias vezes, poucos metros depois fui jogado para um banco de areia…. – da água para o vinho perceberam?

Cenário 3: Rally dos Sertões

Areia pura, sem qualquer sinal de chuva, cada acelerada eu sentia que a roda patinava, a graça era pisar forte no acelerador e fazer com que o carro não fosse jogado para fora da estrada.

Depois de alguns minutos no deserto de sal, visualizei uma rodovia…. ( ? )….

Adiante uma placa informava o início do Perímetro Urbano…. Vou continuar o relato amanhã…. esses 15km me custaram caro (rs).

Obrigado

Faça-se a luz! Faróis Xenon


Boa noite,

Vou atualizar um pouco o tópico sobre de como funciona o Xenon. Esta semana eu estava pela rodovia Castello Branco e vi que existe uma grande quantidade de carros importantes que estão sendo equipados com faróis xenon. Mais importante do que usar é enteder o seu funcionamento, espero que com o tópico abaixo seja possível esclarecer dúvidas de pessoas que desejam instalar ou que já possuem o xenon instalado no carro ou na moto (que aliás eu não curto muito em motos… =D )

Imagine um carro equipado com um sistema de iluminação duas vezes mais potente que os faróis tradicionais. Acrescente também a possibilidade de o dispositivo consumir menos energia, e além disso durar mais. Apesar de ainda estar restrita aos modelos mais luxuosos, essa nova tecnologia de iluminação já existe e responde por um nome: xenon.

Na Europa, a Bosch produz o sistema xenon sob o nome de Litronic. Este sistema já é usado pelas principais montadoras, como Audi, BMW e Mercedes-Benz, e se difundiu em grande parte por seu forte apelo a segurança e conforto. No Brasil, ela é hoje encontrada como opcional nas versões mais luxuosas de alguns modelos.

O segredo dos faróis xenon está na adoção de lâmpadas de descarga por gás, ao invés da convencional tecnologia de lâmpadas por filamento. A descarga de eletricidade, em contato com o gás xenônio, produz uma reação química, resultando numa luz cerca de duas vezes mais forte. Além disso, a iluminação de xenon possui tonalidade mais branca e próxima à iluminação natural do dia. Mesmo assim, o consumo da lâmpada xenon é de 35 watts, o que resulta em uma economia de 36% em relação às lâmpadas comuns, chamadas de halógenas.

Apesar do segredo do sistema estar nas lâmpadas de descarga por gás, o funcionamento dos faróis xenon se completa com um dispositivo chamado starter. Diferente dos tradicionais holofotes de estádios de futebol, que demoram para acender, os faróis xenon possuem ativação instantânea, chegando a sua máxima eficiência em poucos segundos, graças ao fornecimento extra de energia liberado pelo starter.

O sistema xenon possui ainda uma unidade de comando para o controle da tensão elétrica que chega aos faróis. A principal função desta unidade é evitar oscilações na iluminação, quando, por exemplo, se dá partida no motor do carro ou quando ele é desligado. Além de manter uma iluminação estável, o controle de tensão garante à lâmpada do farol uma vida útil cerca de cinco vezes maior que a dos dispositivos convencionais.

Henry Ford


Boa noite,

Henry Ford nasceu em 1867, na cidade de Springwells Township, 16 km a oeste de Detroid e ele morava numa fazenda de classe média. Ele sempre se interessou por mecanismos de relógios. Desejava seguir sua carreira como relojoeiro e vender cada relógio por 30 centavos, porém, em 1876, quando viu pela primeira vez um veículo de autopropulsão, ele mudou o curso de sua vida e passou a interessar-se em motores a vapor. Ainda nesse ano seu pai, William Ford, Construiu a maior máquina a vapor do mundo, pois ela ocupava dois andares e gerava 1600 cavalos de potência. Para se ter uma idéia de como a tecnologia avançou desde então até os dias atuais, hoje um motor de Dragster gera em torno de 2500 cavalos e tem o mesmo tamanho de um motor V8 comum.

Depois deste primeiro contato, Henry ficou fascinado com com o primeiro motor de combustão interna à gasolina. Na véspera do natal de 1893, quando o filho dele, Edsel, havia nascido, Henry arrastou seu primeiro motor para a cozinha e o colocou em cima da pia. O motor era simples, tinha apenas um cilindro, mas havia funcionado com a ajuda de sua esposa – Clara Bryant. Henry ligou a vela à corrente elétrica da casa e deu a Clara o sinal para injetar gasolina no carburador, enquanto ele girava um parafuso para permitir que o gás vazasse pela válvula. O motor rangeu e sacudiu com violência, expelindo fumaça e chamas pelo escapamento. Depois disso ele resolveu aperfeiçoar o motor e construiu um automóvel para rodar com ele. Em 1896 ficou pronto seu primeiro automóvel, o Quadriciclo, esse protótipo pesava apenas 220kg e podia circular com uma com uma velocidade em torno de 16 e 32 km/h.

Em 1903 Henry Ford construiu outro carro – o seu modelo A -, mas este foi realmente lançado apenas em 1927 com a difícil tarefa de substituir o modelo T, que havia sido lançado em 1903, ano em que foi criada a Ford Motor Company. Henry Ford havia desenvolvido uma nova técnica de produção que diferia do então comum modelo artesanal de produção: era o desenvolvimento em série, caracterizado pelos historiadores como o fordismo.

O modelo T foi criado para ser um carro popular, tendo um custo final ao consumidor de 860 dólares. Incrivelmente, após atingir a fascinante marca de 1 milhão de unidades vendidas em apenas em 1920, em 1921 alcançou-se a marca do segundo milhão de unidades. No último ano de produção deste modelo, em 1927, ele custava apenas 360 dólares.

Em 1919 a Ford se instalou no Brasil para produzir os modelos T e TT, além de que Henry Ford criou uma cidade na Amazônia para fabricar pneus.

Os modelos T eram tão versáteis que alguns proprietários os adaptaram em funçao de transportar gado, fazer frete, reunir cavalos, combater incêncios, gortar grama, ser dirigido na neve e até ser transformado em “casa móvel”. Henry Ford também dedicou um pouco de sua vida para a aviação, pois dele era o TriMotor, lançado em 1925, e também era apelidado de “Tin Goose” e “Modelo T do Ar”, ambos da Ford Airlines.

Ao longo de sua vida, Henry Ford também criou a Lincoln, uma divisão de luxo da Ford em homenagem ao presidente Abrahan Lincoln e a Mercury, uma divisão de carros intermediários. Henry Ford faleceu em 1947, no dia 7 de abril.

Obrigado