Envelopamento automotivo


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Bom dia!

Vou postar abaixo, algumas curiosidades sobre envelopamento/adesivação/plotter. Cada região utiliza um nome diferente, normalmente o envelopamento é o mais usual.

Dicas para retirar o envelopamento:

Não use gasolina ou tinner, pois estes produtos estragam a pintura do veículo. Quando a área for pequena você pode usar um outro adesivo (novo) colar por cima e retirar puxando com força. Repetir rapidamente várias vezes até retirar todos os restos de cola.

Porém a melhor maneira é usar um removedor “king”, porque este material não agride a pintura. (encontra em super mercados)

Como usar: Borrifar sobre a superfície e aguardar um pouco remover com espátula de plástico recolhendo a cola em um papel toalha, lavar o carro após a remoção da cola para que seja conc1uída a limpeza. “Caso seja necessário o veículo deverá ser polido para retirar manchas de queimado da tinta em volta do adesivo”.

Duvidas mais freqüentes

A aplicação e remoção de adesivos causa danos à pintura do veículo?

Não. Ao contrário, os adesivos utilizados, protegem a pintura contra a ação do sol e abrasão.
A remoção, quando feita em veículos com pintura original de fábrica, não apresenta nenhum tipo de problema, mas em veículos com pinturas refeitas, a tinta poderá soltar-se juntamente com o adesivo, caso o serviço não tenha sido bem preparado e executado. Pinturas originais e funilarias bem aderidas, requerem apenas um polimento simples após a remoção dos adesivos para devolver a condição original da pintura no veículo.

É possível adesivar borrachões, pára-choques, maçanetas e
plásticos em geral de veículos?

É possível, mas não recomendado pois estas peças geralmente são de materiais texturizados e não oferecem a mesma aderência que na lataria do veículo, destacando a maçaneta que pode sofrer
descolamento ou mesmo a perda de cor devido ao constante contato com as mãos.
Em geral o adesivo não resiste e começa a se soltar cerca de 30/60 dias após sua aplicação, enquanto na lataria resiste por vários anos sem problemas de aderência.
Trabalhos promocionais de curtíssima duração (até 15 dias) podem ter adesivos nessas peças.

Os vidros de veículos podem ser adesivados?

Sim. Segundo o art.12, inciso 1, da Lei no 9.053, Decreto 2.327, de 23 de setembro de 1997, do Código de Trânsito Brasileiro – CTB, na resolução 073/98, é permitido utilizar materiais que não tirem mais que 50% da visibilidade interna do veículo. Para isso, existe o Perfurated, adesivo perfurado com 50% de visibilidade que pode ser utilizado nos vidros para complementar a decoração.
Os vidros laterais de passageiro ou motorista e o pára-brisa não podem ser adesivados.

Devo alterar a documentação do veículo que foi adesivado?

“Envelopamentos” promocionais, concebidos para durar pouco tempo, não necessitam de alteração nos documentos. Uma licença simples para trafegar com o veículo adesivado pode ser obtida junto ao Detran. Veículos com decorações definitivas ou para um tempo indeterminado, necessitam ter sua documentação alterada para “cor fantasia” junto ao Detran. Decorações mais simples, que não interfiram na cor padrão do veículo não necessitam de alterações no documento.

Encontrei no youtube diversos vídeos sobre envelopamento automotivo, vou publicar um que eu achei bem interessante.

Novo Vìdeo (10/01)

UPDATE – 27/10 – Fotos do Salão do Automóvel (carros envelopados)

Aerofólio – Útil ou Perigoso?


Boa noite

O Aerofólio é uma peça com a finalidade de embelezar e dar uma aparência mais esportiva para o carro. Alguns modelos de competição tem a finalidade de dar estabilidade aerodinâmica ao carro.

Aerodinâmicamente, em carros de passeio, o aerofólio não possui vantagem nenhuma pois estes são projetados e limitados para faixas de velocidade onde não haja influência da força de sustentação na estabilidade do veículo, ou seja, a relação força de sustentação/peso é muito baixa. Portanto sua aplicação é restrita a benefícios estéticos, dando um ar de esportividade e agressividade.

Na Fórmula 1, a asa “invertida” montada sobre os eixos dianteiro e traseiro geram força de sustenação, mas o sentido desta força gerada é o de empurrar as rodas para o chão. Desta forma, adicionando-se carga aos eixos do carro, a aderência entre pneu e asfalto aumenta. Isto ocorre pois esta aderencia é função do coeficiente de atrito entre as partes (mantido constante) e a força normal resultante (aumentada com o efeito do aerofólio).

A vantagem da utilização do aerofólio quando comparado a adição de massa é que, pela razão óbvia, diminui-se a relação peso/potência.

O princípio de funcionamento dos aerofólios é bastante simples: quanto maior for a sua inclinação, maior será a pressão sobre as rodas (downforce), aumentando a aderência nas curvas mas diminuindo a velocidade nas retas.
Apesar de existirem apenas duas peças (dianteira e traseira), são muitas as variáveis de ajuste possíveis: as asas dianteiras controlam a estabilidade nas curvas e a traseira define a velocidade final nas retas. Como a regulagem de uma asa interfere na outra, o piloto terá que encontrar um ponto de equilíbrio entre o desempenho nas curvas e retas do circuito. Será o cronômetro quem decidirá o ajuste ideal.

Primeiro equilibre a carro. Evite excesso de aderência na dianteira ou na traseira, ou vice-versa.
Secundariamente, é necessário ajustar o carro inteiro de acordo com a natureza do circuito, todo o tempo tendo em mente a equilíbrio entre dianteira e traseira.


Quanto mais downforce você ajustar ao carro, melhor desempenho em curvas, mas será mais lento retas. Alternativamente, reduza o downforce e o carro será menos eficientes em curvas, mas mais veloz nas retas. É necessário achar um compromisso satisfatório.

A utilização de aerofólio para carros de passeio é meramente decorativa, em alguns casos a má utilização desse acessório poderá tornar o carro mais pesado na traseira e como consequência o veículo poderá consumir mais combustível.