Potência, RMS e PMPO


RMS, acrônimo para Root Mean Square, é uma medida usada para definir a potência de aparelhos de reprodução de audio. Existem duas medidas que são utilizadas atualmente, sendo a padronizada RMS e a não-padronizada PMPO.

Para o Brasil, segundo a ABNT, a potência RMS de um aparelho de áudio é definida como a potência máxima que o aparelho pode suportar durante no mínimo duas horas initerrúptas de funcionamento. Durante este teste, ocorre a reprodução de um ruído padrão, chamado ruído rosa. O RMS é preferível quando se trata da medida da potência elétrica de alto-falantes e amplificadores, onde o valor do RMS corresponde à potência efetiva que um aparelho de som é capaz de fornecer sem distorções por tempo indeterminado.

CD/MP3 Players


Boa tarde

– MP-3
O MP-3 (MPEG-1 Layer 3) é um formato de áudio digital de alta qualidade bastante usado na Internet. O grande atrativo do formato é que os arquivos MP-3 podem ser comprimidos até 1/12 do tamanho de um arquivo de som digital formato WAV (o mais comum para áudio digital).

– Loudness
Função que reforça automaticamente os graves (abaixo de 100 Hz) e os agudos (acima de 10 Hz) para compensar uma menor sensibilidade do ouvido humano a essas freqüências durante audições com baixo nível de volume.

– Tuner
Circuito ou equipamento cuja função é captar os sinais das emissoras de rádio ou TV. Normalmente vem embutido nos televisores, videocassetes e receivers, mas também pode ser adquirido à parte (no caso do sintonizador AM/FM). Pode ser analógico ou digital.

– ID3 Tag
Simplesmente coloque o disco para tocar e os dados de texto rolam no display, tornando muito fácil o acesso e a identificação da pasta e do arquivo.

– Estéreo
Sistema de som com dois canais, esquerdo e direito. No caso dos videocassetes, existem dois tipos de gravação estéreo: a linear, com as cabeças de áudio fixas e a hi-fi com cabeças giratórias. No primeiro caso, a resposta de freqüências é limitada, enquanto que no segundo ela cobre toda a faixa de freqüências audíveis (20 Hz a 20 kHz). Os videocassetes estéreo linear não são mais fabricados.

– Flipdown
frente removível de segurança contra roubo, que permite ao usuário remover a frente da unidade principal e colocá-la dentro de um estojo para transporte. Só permanece à vista no painel do carro uma caixa preta que não chama a atenção.

– BMX
Os formatos de compressão de áudio, como o MP3 e o WMA tendem a atenuar os níveis de som de alta freqüência, principalmente nas passagens em que o sinal da gravação fraco. O BMX (Equalizador Bitmétrico) compensa essa atenuação aumentando o volume da reprodução de sons em freqüências maiores, melhorando o balanço musical geral.

– EQ
Equaliza e balanceia as faixas de frequência de acordo com as características acústicas do interior do seu automóvel.

– EEQ (Equalizador de Fácil Controle)
A modelagem do som fica inteiramente sob seu comando. Você pode ajustar o som de acordo com características sonoras do interior do veículo e da música que quer ouvir.

– SFEQ
Proporciona uma imagem acústica natural que não pode ser expressa unicamente por meio de ajustes do equalizador. A reprodução da música incorpora uma presença natural, na qual os vocais ganham destaque.

– Comando Rotativo
Um grande botão rotativo é a chave para a operação rápida e versátil da unidade principal. Recomendado para o acesso aos títulos de músicas gravadas em grandes volumes de arquivos MP3 ou WMA altamente comprimidos.

– Saída Pré-AMP
Saída pré-amplificada estéreo de canal. Podendo ser traseiro e/ou dianteiro.

– Anti-Choque
Para garantir uma perfeita leitura do sinal, o compartimento óptico é montado sobre um chassis de três camadas amortecedoras de borracha/silicone, criando uma suspensão flutuante.

– BTB
Função que ajusta o som trazendo um reforço de graves e agudos.

– ATT
Função que atenua, com apenas um toque, o volume do som.

Som automotivo


Boa tarde,

Neste post irei esclarecer um pouco mais sobre os seguintes equipamentos:

  • Amplificadores
  • Alto-Falantes
  • Caixa Acústica
  • MegaCapacitor

Amplificadores

São equipamentos eletrônicos que recebem o sinal enviado pela unidade principal, o amplificam e o usam para alimentar os alto-falantes, usando a bateria do veículo como fonte de energia. Existem dois tipos principais de amplificadores: os chamados “mosfet” que amplificam o sinal enviado pelas saídas RCA da unidade principal, e os chamados “booster”, que amplificam o sinal enviado pelas saídas amplificadas da unidade principal.

Os “mosfet” geralmente tem melhor qualidade de áudio, contando tipicamente com centenas de componentes, porém os “booster” ainda são muito usados, principalmente no mercado brasileiro, devido ao seu baixo custo. Os preços e potências nominais variam muito, podendo ser encontrados amplificadores de 20 até 20000 Watts RMS.

Amplificadores “mosfet” geralmente são amplificadores com fontes de alimentação do tipo PWM, e pertencem quase sempre à classe AB. No entanto, amplificadores para grandes potências, geralmente utilizados para a reprodução dos sons graves e subgraves, costumam pertencer à classe D, devido ao seu maior rendimento, e por consequência produzem menos calor e exigem uma instalação elétrica de menor porte do que o equivalente em classe AB.

Alguns amplificadores mais sofisticados oferecem o recurso de indicação de clipping do sinal e até circuitos anti-clipping. Clipping é o ceifamento do sinal por excesso de ganho, e essa distorção em volumes altos é a principal causa de queima de alto-falantes.

Alto-Falante


São comumente divididos em tweeters, mid-ranges e woofers, em que cada tipo é responsável pela reprodução de uma determinada faixa de freqüência. Eles são vendidos agrupados ou separados, sendo o número de componentes as chamadas vias do alto-falante. Alto-falantes multivias, como um coaxial por exemplo, possuem um médio e um tweeter, enquanto um triaxial possui um médio e dois tweeters. Já os alto-falantes vendidos separadamente são chamados de “kit componente” e o mais comum é que se encontre em duas vias. Os kits componentes incluem divisores de freqüência (ou crossover em inglês), que como o próprio nome diz, divide o sinal de áudio, enviando os agudos para o tweeter e os médios para o alto-falante médio. Devido a isso, os kits componentes são mais indicados para projetos que visam a qualidade do som.

– Alto-Falante – Axiais
Os alto-falantes axiais reúnem em uma só unidade dois (coaxiais) ou três (triaxiais) alto-falantes montados em um mesmo eixo. Da mesma maneira que os full-range, são utilizados onde não existe espaço suficiente para montagem de um sistema com woofer, midrange e tweeter.

– Alto-Falante de agudos – Tweeter
Alto-falante especialmente projetado para responder às altas freqüências. Pode utilizar cone de papel, plástico ou metais nobres, leves e rígidos. Também são construídos em domos ou fitas metálicas ou de plástico.

– Alto-Falante de graves – Woofer
Alto-falante especialmente projetado para responder às baixas freqüências (consideradas aproximadamente de 20Hz a 500Hz). O cone utilizado, embora rígido estruturalmente, possui borda bastante flexível para facilitar altas excursões nas freqüências mais baixas.

– Alto-Falante de médios – Midrange
Alto-falante destinado à reprodução das freqüências médias (consideradas aproximadamente de 500Hz a 5KHz).

Caixa Acústica


– Caixa dutada
Caixa acústica com um ou mais subwoofers, com as mesmas características da selada, porém com a presença de um duto, cano com um certo diâmetro e comprimento específico utilizado para sintonizá-la.

– Caixa pull pull
Também chamada de puxa-puxa, semelhante à push pull, consiste em dois subwoofers, porém na mesma fase e um atrás do outro.

– Caixa selada
Caixa acústica com um ou mais alto-falantes, geralmente subwoofers, totalmente vedada para evitar vazamentos acústicos, largamente usada em instalações simples e complexas.

Mega Capacitor

Basicamente servem para suprir a necessidade dos amplificadores nas rápidas requisições de corrente elétrica, isso ocorre nas batidas da música, essa necessidade não é suprida pela bateria, pois sua construção não permite que ela responda com uma velocidade compatível com a velocidade de variação da música.

Em analogia com o carro, seria como o sistema de Nitro (óxido nitroso), sendo requisitando quando necessita de mais velocidade. A música pede que você esteja a 150Km/h mas você está a somente 100Km/h, liga o Nitro e rapidamente você alcança a música.

Existem dois casos onde o capacitor entra em funcionamento. No primeiro caso, imagine uma música com batidas secas (pah!) e rápidas. Isso causa um pico de consumo de corrente. Nesse momento o capacitor entra em ação fornecendo corrente suficiente para essa requisição momentânea, descarregando mais rápido do que a velocidade da bateria para suprir essa demanda de corrente, logo depois o capacitor se carrega, até antes da próxima batida seca.

Num segundo tipo, imagine uma música com batidas longas (buuuuuuuummmm, buuuummmmmm). Isso causa um pico de consumo, mas mais prolongado. O capacitor se descarrega rapidamente, antes de teminar a batida. Nesse momento a bateria precisa carregar o capacitor e também fornecer corrente para o amplificador.

Obrigado

Como escolher uma instaladora ?


* Pesquise com seus amigos se eles conhecem uma loja de confiança, vale também conferir nos campeonatos as lojas que se destacam
* Confira se a loja transmite uma boa impressão, se é limpa, se os funcionários estão uniformizados, se tem uma vitrine com produtos em exposição ou catálogos.
* Peça orçamentos detalhados para não se arrepender depois com o serviço realizado.
* Verifique se a loja têm certificados de cursos de aperfeiçoamento, treinamentos técnicos ou troféis de campeonatos.
* Verifique se os instaladores possuem ferramentas adequadas para a instalação.
* Verifique os trabalhos feitos em outros carros sonorizados na loja
* Não apresse o instalador, quem tem pressa come crú, já dizia o ditado.
* Nem sempre o menor preço sai barato, um sistema mal instalado pode custar muito caro.
* Cuidado com as ofertas imbatíveis, eles podem estar vendendo um produto roubado, de segunda mão, recondicionado, etc

Recomendações – Trippyz TW


Boa tarde.

Para quem gosta muito de customizações automotivas, seja ela sonora, performance ou apenas estética, sabe como é dificil encontrar um lugar que reuna os seguintes fatores: Custo, prazo, qualidade, eficiência, atendimento e comprometimento.

Quando você realmente encontra um lugar que atenda bem o serviço não é bom, ou a durabilidade da instalação é curta ou não há comprometimento na entrega…. realmente acaba se tornando um transtorno para o cliente.

Aliás um dos motivos pelo qual eu iniciei esse blog seria justamente para avaliar produtos e serviços automotivos, acabei aumentando muito mais as categorias e tornando ele um pouco mais amplo.

Bom vamos aos itens avaliados:

  1. Atendimento
  2. Localização
  3. Ambiente
  4. Custo
  5. Serviço
  6. Entrega
  7. Pós-Venda
  8. Prazo
  9. Propaganda
  10. Site da empresa

Daqui alguns posts estarei ajustando, mas o objetivo é avaliar 10 itens do lugar que realizar o serviço.

Atendimento

Meu primeiro contato com a empresa foi com o Alexandre, feliz proprietário de um Astra vermelho personalizado de muito bom gosto.

O Alexandre é um cara que confia na equipe em que trabalha, possui um conhecimento técnico acima do necessário para trabalhar ocupar essa função. O que é bom, porque ele possui argumentos plausiveis para vender o produtos, divulgar a marca e executar o serviço.

O contato telefônico foi bom e o atendimento pessoal melhor ainda.

Localização

A Trippyz está localizada na Avenida dos Bandeirantes, 795 para quem conhece a região sabe que bem perto dali possui o Shopping Vila Olimpia e a Churrascaria Jardineira Grill, não tem erro, pela via local da bandeirantes chega-se fácil ao lugar.

Ambiente

Lugar amplo e confortável a área de serviço destinada aos instaladores possui diversos ambientes, há espaço de sobra para os clientes e possui um show room cheio de opções.

A loja por ter um perfil mais jovem possui diversas edições  (recentes) da FullPower e da Quatro Rodas, a área de espera para clientes é ampla, assim como toda a empresa.

Custo

Para avaliação do custo precisa-se ter bastante referência os seguintes fatores devem compor o custo de um projeto:

Mão de obra, localização, ambiente e recursos.

A Trippyz possui todos os itens mencionados acima, considerando isso, o custo é acessível para todos os bolsos, são flexiveis quanto as condições de pagamento possibilitando o parcelamento em algumas vezes sem juros. Bom para quem paga a prazo e excelente para quem paga a vista.

Serviço

Eles possuem uma equipe de profissionais que cuidam realmente do seu carro, o serviço de desmontagem do antigo e montagem do novo som foi feito tudo nos mínimos detalhes. Cabeamento bem passado, não se enxerga defeitos na tapeçaria ou imperfeições.

Entrega

Um dos fatores mais importantes além do serviço é como o carro é entregue, quais foram os serviços realizados e como foram executados.

Entreguei o carro em petição de miséria (sujo e com uns 5 litros de gasolina no tanque somente).

Me devolveram o carro limpo (em partes), porque o sabão não foi tirado por completo e acabou sujando o vidro, fora isso haviam pedaços de solda derretida e pequenos pedaços de fio. Só pelo fato de terem lavado o carro me agrada, não esperava por isso.

Porém… como nem tudo são flores ocorreram alguns problemas durante a entrega do veículo, pequenos detalhes, nada que possa condenar a loja, percebe-se nitidamente que eles se preocuparam em entregar o carro, prezaram pela qualidade e falharam no teste.

Minha sorte foi que o Rogério quem me atendeu, conhecedor da matéria som, fez a substituição do módulo mono (o da audiophonic não funcionoui), retirou o antigo e montou o novo com bastante calma e precisão para que não ocorram falhas.

O banco traseiro do Corsa Classic para quem conhece é uma chatice sem limites para rebater. Deve-se soltar os parafusos traseiros para deitar o banco, então até mesmo para evitar dores de cabeça, deve-se montar tudo certo para evitar o re-trabalho.

Pós-Venda

Tão bom quanto a venda é o pós-venda da Trippyz, reconhecimento dos pequenos ajustes que faltaram no carro, agendei para retornar no sábado logo de manhã. O serviço foi rápido e eficiente, enquanto eu aguardava o Alexandre me mostrou alguns novos produtos da Trippyz e Serviços que serão realizados. Novamente me ofereceram um café (adoro café espresso), falando em café preciso fazer um tópico para avaliar uma das melhores cafeterias de São Paulo – Cafeteria da Mata (isso fica para outro post).

Prazo

O prazo de entrega do carro foi mudado pelo menos 3 vezes, bom eu não esquentei, porque quando se faz um serviço que requer tempo, quando é entregue rápido demais, pode acreditar…. problemas virão.

O prazo foi de acordo com o que foi acordado, ao todo foram 16 (+1) dias (corridos) sem o carro.

Propaganda

Acho que tinha ouvido falar da loja 2 ou 3 vezes, não conheço ninguém que tenha ido lá, ainda mais porque eu conheço poucas pessoas que gostam de acessórios automotivos tanto quanto eu.

Possui anuncios a muito tempo na revista FullPower (que eu compro todos os meses). Se você for buscar no goole sobre Trippyz verá que os primeiros resultados será de uma empresa (provavelmente a mesma) de roupas.

Site da empresa

Objetivo, direto e informativo.

Tire suas próprias conclusões. http://trippyztw.com/home.html

Segue as avaliações com notas que estão na faixa de 0 (zero) a 3 (três), sendo que:

  • 0 –> Péssimo
  • 1 –> Ruim
  • 2 –> Bom
  • 3 –> Ótimo

Categoria Estrutura:

Atendimento : 3
Localização: 3
Ambiente: 3
Site da empresa: 2
Propaganda: 2

Categoria Serviço:

Custo: 2
Serviço: 3
Entrega: 2
Pós-Venda: 3
Prazo: 3

Total: 2,6

A loja precisa de poucos ajustes para que seja 100%, questão de tempo, porque a cada semana que eu vou lá, é uma surpresa (agradável) diferente…

Um abraço aos meus amigos Alexandre e Rogério da Trippyz.