Curiosidades Motor AP


Boa noite

Devido à sua abundância no mercado, é o motor de 4 cilindros mais preparado do mundo. O recorde de potência neste motor é de 859 cv no A3 drag da Belquip competições no brasil e 978 cv no audi A4 da equipe Stutgart na alemanha que tambem quebrou o recorde de velocidade de 413Km/H, com cabeçote de 16 válvulas (4 por cilindros), turbo e nitro, mas ja se cogitam mais de 1.000 cv. O recorde de potência para o AP equipado com cabeçote de 8 válvulas é de 688 cv, também com turbo. Para motores aspirados, o recorde é de 244 cv, em um AP 2.0 com 8 válvulas. Na Alemanha, a Audi desenvolveu uma versão do Motor AP (GTH)de 2,2 litos com 20 válvulas e Cinco Cilindros Turbo Intercooler e 1.001 cv a 8.250 rpm, para competir no Rally Group B, Projeto Foi então adaptado para conter em apenas 600 cv a 5.200 rpm, pois a Piloto de Rally Michelle Mouton disse que o carro Fica Incontrolável a 600cv imagine então a 1.001 cv. No entanto o projeto desse motor foi abandonado por autos custos na manutenção que gerava, fazendo com que mantivesse em 1º Plano o projeto AP (GT) motor de 4 cilindros até os dias de hoje.

No lugar do projeto de motores de 5 cilindros em linha (GTH) se colocou os projetos de avanços tecnológicos dos motores VR para a VW.

Envelopamento automotivo


Amigos, boa noite. Criei um novo site para tratar exclusivamente de projeto especiais (também) que é o www.roletado.com.br
Temos uma página no Facebook onde são publicadas diversas fotos de carros esportivos e projetos especiais www.facebook.com/roletado
Além disso siga o nosso novo perfil no twitter @roletado

Abraços

 

Bom dia!

Vou postar abaixo, algumas curiosidades sobre envelopamento/adesivação/plotter. Cada região utiliza um nome diferente, normalmente o envelopamento é o mais usual.

Dicas para retirar o envelopamento:

Não use gasolina ou tinner, pois estes produtos estragam a pintura do veículo. Quando a área for pequena você pode usar um outro adesivo (novo) colar por cima e retirar puxando com força. Repetir rapidamente várias vezes até retirar todos os restos de cola.

Porém a melhor maneira é usar um removedor “king”, porque este material não agride a pintura. (encontra em super mercados)

Como usar: Borrifar sobre a superfície e aguardar um pouco remover com espátula de plástico recolhendo a cola em um papel toalha, lavar o carro após a remoção da cola para que seja conc1uída a limpeza. “Caso seja necessário o veículo deverá ser polido para retirar manchas de queimado da tinta em volta do adesivo”.

Duvidas mais freqüentes

A aplicação e remoção de adesivos causa danos à pintura do veículo?

Não. Ao contrário, os adesivos utilizados, protegem a pintura contra a ação do sol e abrasão.
A remoção, quando feita em veículos com pintura original de fábrica, não apresenta nenhum tipo de problema, mas em veículos com pinturas refeitas, a tinta poderá soltar-se juntamente com o adesivo, caso o serviço não tenha sido bem preparado e executado. Pinturas originais e funilarias bem aderidas, requerem apenas um polimento simples após a remoção dos adesivos para devolver a condição original da pintura no veículo.

É possível adesivar borrachões, pára-choques, maçanetas e
plásticos em geral de veículos?

É possível, mas não recomendado pois estas peças geralmente são de materiais texturizados e não oferecem a mesma aderência que na lataria do veículo, destacando a maçaneta que pode sofrer
descolamento ou mesmo a perda de cor devido ao constante contato com as mãos.
Em geral o adesivo não resiste e começa a se soltar cerca de 30/60 dias após sua aplicação, enquanto na lataria resiste por vários anos sem problemas de aderência.
Trabalhos promocionais de curtíssima duração (até 15 dias) podem ter adesivos nessas peças.

Os vidros de veículos podem ser adesivados?

Sim. Segundo o art.12, inciso 1, da Lei no 9.053, Decreto 2.327, de 23 de setembro de 1997, do Código de Trânsito Brasileiro – CTB, na resolução 073/98, é permitido utilizar materiais que não tirem mais que 50% da visibilidade interna do veículo. Para isso, existe o Perfurated, adesivo perfurado com 50% de visibilidade que pode ser utilizado nos vidros para complementar a decoração.
Os vidros laterais de passageiro ou motorista e o pára-brisa não podem ser adesivados.

Devo alterar a documentação do veículo que foi adesivado?

“Envelopamentos” promocionais, concebidos para durar pouco tempo, não necessitam de alteração nos documentos. Uma licença simples para trafegar com o veículo adesivado pode ser obtida junto ao Detran. Veículos com decorações definitivas ou para um tempo indeterminado, necessitam ter sua documentação alterada para “cor fantasia” junto ao Detran. Decorações mais simples, que não interfiram na cor padrão do veículo não necessitam de alterações no documento.

Encontrei no youtube diversos vídeos sobre envelopamento automotivo, vou publicar um que eu achei bem interessante.

Novo Vìdeo (10/01)

UPDATE – 27/10 – Fotos do Salão do Automóvel (carros envelopados)

Aerofólio – Útil ou Perigoso?


Boa noite

O Aerofólio é uma peça com a finalidade de embelezar e dar uma aparência mais esportiva para o carro. Alguns modelos de competição tem a finalidade de dar estabilidade aerodinâmica ao carro.

Aerodinâmicamente, em carros de passeio, o aerofólio não possui vantagem nenhuma pois estes são projetados e limitados para faixas de velocidade onde não haja influência da força de sustentação na estabilidade do veículo, ou seja, a relação força de sustentação/peso é muito baixa. Portanto sua aplicação é restrita a benefícios estéticos, dando um ar de esportividade e agressividade.

Na Fórmula 1, a asa “invertida” montada sobre os eixos dianteiro e traseiro geram força de sustenação, mas o sentido desta força gerada é o de empurrar as rodas para o chão. Desta forma, adicionando-se carga aos eixos do carro, a aderência entre pneu e asfalto aumenta. Isto ocorre pois esta aderencia é função do coeficiente de atrito entre as partes (mantido constante) e a força normal resultante (aumentada com o efeito do aerofólio).

A vantagem da utilização do aerofólio quando comparado a adição de massa é que, pela razão óbvia, diminui-se a relação peso/potência.

O princípio de funcionamento dos aerofólios é bastante simples: quanto maior for a sua inclinação, maior será a pressão sobre as rodas (downforce), aumentando a aderência nas curvas mas diminuindo a velocidade nas retas.
Apesar de existirem apenas duas peças (dianteira e traseira), são muitas as variáveis de ajuste possíveis: as asas dianteiras controlam a estabilidade nas curvas e a traseira define a velocidade final nas retas. Como a regulagem de uma asa interfere na outra, o piloto terá que encontrar um ponto de equilíbrio entre o desempenho nas curvas e retas do circuito. Será o cronômetro quem decidirá o ajuste ideal.

Primeiro equilibre a carro. Evite excesso de aderência na dianteira ou na traseira, ou vice-versa.
Secundariamente, é necessário ajustar o carro inteiro de acordo com a natureza do circuito, todo o tempo tendo em mente a equilíbrio entre dianteira e traseira.


Quanto mais downforce você ajustar ao carro, melhor desempenho em curvas, mas será mais lento retas. Alternativamente, reduza o downforce e o carro será menos eficientes em curvas, mas mais veloz nas retas. É necessário achar um compromisso satisfatório.

A utilização de aerofólio para carros de passeio é meramente decorativa, em alguns casos a má utilização desse acessório poderá tornar o carro mais pesado na traseira e como consequência o veículo poderá consumir mais combustível.

Potência, RMS e PMPO


RMS, acrônimo para Root Mean Square, é uma medida usada para definir a potência de aparelhos de reprodução de audio. Existem duas medidas que são utilizadas atualmente, sendo a padronizada RMS e a não-padronizada PMPO.

Para o Brasil, segundo a ABNT, a potência RMS de um aparelho de áudio é definida como a potência máxima que o aparelho pode suportar durante no mínimo duas horas initerrúptas de funcionamento. Durante este teste, ocorre a reprodução de um ruído padrão, chamado ruído rosa. O RMS é preferível quando se trata da medida da potência elétrica de alto-falantes e amplificadores, onde o valor do RMS corresponde à potência efetiva que um aparelho de som é capaz de fornecer sem distorções por tempo indeterminado.

CD/MP3 Players


Boa tarde

– MP-3
O MP-3 (MPEG-1 Layer 3) é um formato de áudio digital de alta qualidade bastante usado na Internet. O grande atrativo do formato é que os arquivos MP-3 podem ser comprimidos até 1/12 do tamanho de um arquivo de som digital formato WAV (o mais comum para áudio digital).

– Loudness
Função que reforça automaticamente os graves (abaixo de 100 Hz) e os agudos (acima de 10 Hz) para compensar uma menor sensibilidade do ouvido humano a essas freqüências durante audições com baixo nível de volume.

– Tuner
Circuito ou equipamento cuja função é captar os sinais das emissoras de rádio ou TV. Normalmente vem embutido nos televisores, videocassetes e receivers, mas também pode ser adquirido à parte (no caso do sintonizador AM/FM). Pode ser analógico ou digital.

– ID3 Tag
Simplesmente coloque o disco para tocar e os dados de texto rolam no display, tornando muito fácil o acesso e a identificação da pasta e do arquivo.

– Estéreo
Sistema de som com dois canais, esquerdo e direito. No caso dos videocassetes, existem dois tipos de gravação estéreo: a linear, com as cabeças de áudio fixas e a hi-fi com cabeças giratórias. No primeiro caso, a resposta de freqüências é limitada, enquanto que no segundo ela cobre toda a faixa de freqüências audíveis (20 Hz a 20 kHz). Os videocassetes estéreo linear não são mais fabricados.

– Flipdown
frente removível de segurança contra roubo, que permite ao usuário remover a frente da unidade principal e colocá-la dentro de um estojo para transporte. Só permanece à vista no painel do carro uma caixa preta que não chama a atenção.

– BMX
Os formatos de compressão de áudio, como o MP3 e o WMA tendem a atenuar os níveis de som de alta freqüência, principalmente nas passagens em que o sinal da gravação fraco. O BMX (Equalizador Bitmétrico) compensa essa atenuação aumentando o volume da reprodução de sons em freqüências maiores, melhorando o balanço musical geral.

– EQ
Equaliza e balanceia as faixas de frequência de acordo com as características acústicas do interior do seu automóvel.

– EEQ (Equalizador de Fácil Controle)
A modelagem do som fica inteiramente sob seu comando. Você pode ajustar o som de acordo com características sonoras do interior do veículo e da música que quer ouvir.

– SFEQ
Proporciona uma imagem acústica natural que não pode ser expressa unicamente por meio de ajustes do equalizador. A reprodução da música incorpora uma presença natural, na qual os vocais ganham destaque.

– Comando Rotativo
Um grande botão rotativo é a chave para a operação rápida e versátil da unidade principal. Recomendado para o acesso aos títulos de músicas gravadas em grandes volumes de arquivos MP3 ou WMA altamente comprimidos.

– Saída Pré-AMP
Saída pré-amplificada estéreo de canal. Podendo ser traseiro e/ou dianteiro.

– Anti-Choque
Para garantir uma perfeita leitura do sinal, o compartimento óptico é montado sobre um chassis de três camadas amortecedoras de borracha/silicone, criando uma suspensão flutuante.

– BTB
Função que ajusta o som trazendo um reforço de graves e agudos.

– ATT
Função que atenua, com apenas um toque, o volume do som.

Som automotivo


Boa tarde,

Neste post irei esclarecer um pouco mais sobre os seguintes equipamentos:

  • Amplificadores
  • Alto-Falantes
  • Caixa Acústica
  • MegaCapacitor

Amplificadores

São equipamentos eletrônicos que recebem o sinal enviado pela unidade principal, o amplificam e o usam para alimentar os alto-falantes, usando a bateria do veículo como fonte de energia. Existem dois tipos principais de amplificadores: os chamados “mosfet” que amplificam o sinal enviado pelas saídas RCA da unidade principal, e os chamados “booster”, que amplificam o sinal enviado pelas saídas amplificadas da unidade principal.

Os “mosfet” geralmente tem melhor qualidade de áudio, contando tipicamente com centenas de componentes, porém os “booster” ainda são muito usados, principalmente no mercado brasileiro, devido ao seu baixo custo. Os preços e potências nominais variam muito, podendo ser encontrados amplificadores de 20 até 20000 Watts RMS.

Amplificadores “mosfet” geralmente são amplificadores com fontes de alimentação do tipo PWM, e pertencem quase sempre à classe AB. No entanto, amplificadores para grandes potências, geralmente utilizados para a reprodução dos sons graves e subgraves, costumam pertencer à classe D, devido ao seu maior rendimento, e por consequência produzem menos calor e exigem uma instalação elétrica de menor porte do que o equivalente em classe AB.

Alguns amplificadores mais sofisticados oferecem o recurso de indicação de clipping do sinal e até circuitos anti-clipping. Clipping é o ceifamento do sinal por excesso de ganho, e essa distorção em volumes altos é a principal causa de queima de alto-falantes.

Alto-Falante


São comumente divididos em tweeters, mid-ranges e woofers, em que cada tipo é responsável pela reprodução de uma determinada faixa de freqüência. Eles são vendidos agrupados ou separados, sendo o número de componentes as chamadas vias do alto-falante. Alto-falantes multivias, como um coaxial por exemplo, possuem um médio e um tweeter, enquanto um triaxial possui um médio e dois tweeters. Já os alto-falantes vendidos separadamente são chamados de “kit componente” e o mais comum é que se encontre em duas vias. Os kits componentes incluem divisores de freqüência (ou crossover em inglês), que como o próprio nome diz, divide o sinal de áudio, enviando os agudos para o tweeter e os médios para o alto-falante médio. Devido a isso, os kits componentes são mais indicados para projetos que visam a qualidade do som.

– Alto-Falante – Axiais
Os alto-falantes axiais reúnem em uma só unidade dois (coaxiais) ou três (triaxiais) alto-falantes montados em um mesmo eixo. Da mesma maneira que os full-range, são utilizados onde não existe espaço suficiente para montagem de um sistema com woofer, midrange e tweeter.

– Alto-Falante de agudos – Tweeter
Alto-falante especialmente projetado para responder às altas freqüências. Pode utilizar cone de papel, plástico ou metais nobres, leves e rígidos. Também são construídos em domos ou fitas metálicas ou de plástico.

– Alto-Falante de graves – Woofer
Alto-falante especialmente projetado para responder às baixas freqüências (consideradas aproximadamente de 20Hz a 500Hz). O cone utilizado, embora rígido estruturalmente, possui borda bastante flexível para facilitar altas excursões nas freqüências mais baixas.

– Alto-Falante de médios – Midrange
Alto-falante destinado à reprodução das freqüências médias (consideradas aproximadamente de 500Hz a 5KHz).

Caixa Acústica


– Caixa dutada
Caixa acústica com um ou mais subwoofers, com as mesmas características da selada, porém com a presença de um duto, cano com um certo diâmetro e comprimento específico utilizado para sintonizá-la.

– Caixa pull pull
Também chamada de puxa-puxa, semelhante à push pull, consiste em dois subwoofers, porém na mesma fase e um atrás do outro.

– Caixa selada
Caixa acústica com um ou mais alto-falantes, geralmente subwoofers, totalmente vedada para evitar vazamentos acústicos, largamente usada em instalações simples e complexas.

Mega Capacitor

Basicamente servem para suprir a necessidade dos amplificadores nas rápidas requisições de corrente elétrica, isso ocorre nas batidas da música, essa necessidade não é suprida pela bateria, pois sua construção não permite que ela responda com uma velocidade compatível com a velocidade de variação da música.

Em analogia com o carro, seria como o sistema de Nitro (óxido nitroso), sendo requisitando quando necessita de mais velocidade. A música pede que você esteja a 150Km/h mas você está a somente 100Km/h, liga o Nitro e rapidamente você alcança a música.

Existem dois casos onde o capacitor entra em funcionamento. No primeiro caso, imagine uma música com batidas secas (pah!) e rápidas. Isso causa um pico de consumo de corrente. Nesse momento o capacitor entra em ação fornecendo corrente suficiente para essa requisição momentânea, descarregando mais rápido do que a velocidade da bateria para suprir essa demanda de corrente, logo depois o capacitor se carrega, até antes da próxima batida seca.

Num segundo tipo, imagine uma música com batidas longas (buuuuuuuummmm, buuuummmmmm). Isso causa um pico de consumo, mas mais prolongado. O capacitor se descarrega rapidamente, antes de teminar a batida. Nesse momento a bateria precisa carregar o capacitor e também fornecer corrente para o amplificador.

Obrigado

Como escolher uma instaladora ?


* Pesquise com seus amigos se eles conhecem uma loja de confiança, vale também conferir nos campeonatos as lojas que se destacam
* Confira se a loja transmite uma boa impressão, se é limpa, se os funcionários estão uniformizados, se tem uma vitrine com produtos em exposição ou catálogos.
* Peça orçamentos detalhados para não se arrepender depois com o serviço realizado.
* Verifique se a loja têm certificados de cursos de aperfeiçoamento, treinamentos técnicos ou troféis de campeonatos.
* Verifique se os instaladores possuem ferramentas adequadas para a instalação.
* Verifique os trabalhos feitos em outros carros sonorizados na loja
* Não apresse o instalador, quem tem pressa come crú, já dizia o ditado.
* Nem sempre o menor preço sai barato, um sistema mal instalado pode custar muito caro.
* Cuidado com as ofertas imbatíveis, eles podem estar vendendo um produto roubado, de segunda mão, recondicionado, etc

Recomendações – Trippyz TW


Boa tarde.

Para quem gosta muito de customizações automotivas, seja ela sonora, performance ou apenas estética, sabe como é dificil encontrar um lugar que reuna os seguintes fatores: Custo, prazo, qualidade, eficiência, atendimento e comprometimento.

Quando você realmente encontra um lugar que atenda bem o serviço não é bom, ou a durabilidade da instalação é curta ou não há comprometimento na entrega…. realmente acaba se tornando um transtorno para o cliente.

Aliás um dos motivos pelo qual eu iniciei esse blog seria justamente para avaliar produtos e serviços automotivos, acabei aumentando muito mais as categorias e tornando ele um pouco mais amplo.

Bom vamos aos itens avaliados:

  1. Atendimento
  2. Localização
  3. Ambiente
  4. Custo
  5. Serviço
  6. Entrega
  7. Pós-Venda
  8. Prazo
  9. Propaganda
  10. Site da empresa

Daqui alguns posts estarei ajustando, mas o objetivo é avaliar 10 itens do lugar que realizar o serviço.

Atendimento

Meu primeiro contato com a empresa foi com o Alexandre, feliz proprietário de um Astra vermelho personalizado de muito bom gosto.

O Alexandre é um cara que confia na equipe em que trabalha, possui um conhecimento técnico acima do necessário para trabalhar ocupar essa função. O que é bom, porque ele possui argumentos plausiveis para vender o produtos, divulgar a marca e executar o serviço.

O contato telefônico foi bom e o atendimento pessoal melhor ainda.

Localização

A Trippyz está localizada na Avenida dos Bandeirantes, 795 para quem conhece a região sabe que bem perto dali possui o Shopping Vila Olimpia e a Churrascaria Jardineira Grill, não tem erro, pela via local da bandeirantes chega-se fácil ao lugar.

Ambiente

Lugar amplo e confortável a área de serviço destinada aos instaladores possui diversos ambientes, há espaço de sobra para os clientes e possui um show room cheio de opções.

A loja por ter um perfil mais jovem possui diversas edições  (recentes) da FullPower e da Quatro Rodas, a área de espera para clientes é ampla, assim como toda a empresa.

Custo

Para avaliação do custo precisa-se ter bastante referência os seguintes fatores devem compor o custo de um projeto:

Mão de obra, localização, ambiente e recursos.

A Trippyz possui todos os itens mencionados acima, considerando isso, o custo é acessível para todos os bolsos, são flexiveis quanto as condições de pagamento possibilitando o parcelamento em algumas vezes sem juros. Bom para quem paga a prazo e excelente para quem paga a vista.

Serviço

Eles possuem uma equipe de profissionais que cuidam realmente do seu carro, o serviço de desmontagem do antigo e montagem do novo som foi feito tudo nos mínimos detalhes. Cabeamento bem passado, não se enxerga defeitos na tapeçaria ou imperfeições.

Entrega

Um dos fatores mais importantes além do serviço é como o carro é entregue, quais foram os serviços realizados e como foram executados.

Entreguei o carro em petição de miséria (sujo e com uns 5 litros de gasolina no tanque somente).

Me devolveram o carro limpo (em partes), porque o sabão não foi tirado por completo e acabou sujando o vidro, fora isso haviam pedaços de solda derretida e pequenos pedaços de fio. Só pelo fato de terem lavado o carro me agrada, não esperava por isso.

Porém… como nem tudo são flores ocorreram alguns problemas durante a entrega do veículo, pequenos detalhes, nada que possa condenar a loja, percebe-se nitidamente que eles se preocuparam em entregar o carro, prezaram pela qualidade e falharam no teste.

Minha sorte foi que o Rogério quem me atendeu, conhecedor da matéria som, fez a substituição do módulo mono (o da audiophonic não funcionoui), retirou o antigo e montou o novo com bastante calma e precisão para que não ocorram falhas.

O banco traseiro do Corsa Classic para quem conhece é uma chatice sem limites para rebater. Deve-se soltar os parafusos traseiros para deitar o banco, então até mesmo para evitar dores de cabeça, deve-se montar tudo certo para evitar o re-trabalho.

Pós-Venda

Tão bom quanto a venda é o pós-venda da Trippyz, reconhecimento dos pequenos ajustes que faltaram no carro, agendei para retornar no sábado logo de manhã. O serviço foi rápido e eficiente, enquanto eu aguardava o Alexandre me mostrou alguns novos produtos da Trippyz e Serviços que serão realizados. Novamente me ofereceram um café (adoro café espresso), falando em café preciso fazer um tópico para avaliar uma das melhores cafeterias de São Paulo – Cafeteria da Mata (isso fica para outro post).

Prazo

O prazo de entrega do carro foi mudado pelo menos 3 vezes, bom eu não esquentei, porque quando se faz um serviço que requer tempo, quando é entregue rápido demais, pode acreditar…. problemas virão.

O prazo foi de acordo com o que foi acordado, ao todo foram 16 (+1) dias (corridos) sem o carro.

Propaganda

Acho que tinha ouvido falar da loja 2 ou 3 vezes, não conheço ninguém que tenha ido lá, ainda mais porque eu conheço poucas pessoas que gostam de acessórios automotivos tanto quanto eu.

Possui anuncios a muito tempo na revista FullPower (que eu compro todos os meses). Se você for buscar no goole sobre Trippyz verá que os primeiros resultados será de uma empresa (provavelmente a mesma) de roupas.

Site da empresa

Objetivo, direto e informativo.

Tire suas próprias conclusões. http://trippyztw.com/home.html

Segue as avaliações com notas que estão na faixa de 0 (zero) a 3 (três), sendo que:

  • 0 –> Péssimo
  • 1 –> Ruim
  • 2 –> Bom
  • 3 –> Ótimo

Categoria Estrutura:

Atendimento : 3
Localização: 3
Ambiente: 3
Site da empresa: 2
Propaganda: 2

Categoria Serviço:

Custo: 2
Serviço: 3
Entrega: 2
Pós-Venda: 3
Prazo: 3

Total: 2,6

A loja precisa de poucos ajustes para que seja 100%, questão de tempo, porque a cada semana que eu vou lá, é uma surpresa (agradável) diferente…

Um abraço aos meus amigos Alexandre e Rogério da Trippyz.

Projeto Cerberus


Boa tarde.

Após quase 1 ano de muito estudo (e pouca) dedicação, finalmente a primeira parte do meu projeto pessoal no Corsa foi finalizado. Com a ajuda da Trippyz (Alexandre e Rogério) o som ficou muito bem montado, a mão de obra da loja é extremamente capacitada. Ao longo do dia estarei postando um novo tópico sobre a avaliação detalhada do serviço.

O som é forte, os 3 subs da Audiophonic sumarizam 2400w no porta-malas e os alto-falantes da marca Hertz acrescentam mais 160w ao conjunto.

Sem necessidade de Corneta o som estério dá conta do recado, muito além do que eu esperava.

O mais interessante do conunto da Audiophonic é que o logotipo da marca fica bem discreto na parte inferior do subwoofer. Os 3 dutos superiores, foram estratégicamente montados, porque devido a falta de espaço no porta-malas não havia outro lugar aonde ficasse melhor.

Os falantes de 6″ da Hertz são gigantes, antes eu tinha um kit da Selenium de 120w que o tamanho não era metade dos falantes da Hertz de 160w.

Acabamento de primeira, muito discreto, muito mais eficiente do que um par de falantes 6×9.

No momento é só, em breve irei tirar fotos do MegaCapacitor e dos Módulos (AudioPhonic – Stereo e DB Drive – Mono). Fiz alguns vídeos mas a câmera digital da Foston (modelo FS-1260) não ajuda muito na captação do áudio mais grave.

Obrigado pela visita.

Motor e Partes I


Bom dia,

Durante essa semana, estarei detalhando o motor e os componentes internos principais. Para os iniciados, interessados e aficionados estarei detalhando algumas funcionalidades importantes, não deixando de lado qualquer parte.

Bloco do Motor

O bloco do motor ou bloco de cilindros é uma peça fundida em ferro ou alumínio que aloja os cilindros de um motor de combustão interna bem como os suportes de apoio da cambota (virabrequim).

O diâmetro dos cilindros determina a cilindrada do motor.

Um bom exemplo de medição do diâmetro dos cilindros você verá no vídeo abaixo, no Corsa 1.0T da região de Campinas.

Os blocos são, na sua maioria, de ferro fundido, material resistente, econômico e fácil de trabalhar na produção em série. A resistência do bloco pode ser aumentada, se for utilizada na sua fabricação uma liga de ferro fundido com outros metais.

Alguns blocos de motor são fabricados com ligas de metais leves, o que diminui o peso e aumenta a dissipação calorífica; são, contudo, de preço mais elevado. Como são também mais macios, para resistir aos atritos dos pistões, os cilindros desses blocos têm de ser revestidos com camisas de ferro fundido. A camisa (câmara) de água – conjunto de condutores que através dos quais circula a água de resfriamento dos cilindros – é normalmente fundida com o bloco, do qual faz parte integrante.

Podem surgir rachaduras no bloco, em conseqüência da pressão causada pelo aumento de volume da água ao congelar, ou eboluir. Por vezes, essa dilatação pode chegar a desalojar os selos que vedam os furos resultantes da fundição. Os cilindros podem ser dispostos numa só fila em sentido longitudinal (motores em linha), em duas filas, formando um ângulo entre si (motores em V), ou horizontalmente e em duas filas, uma de cada lado do virabrequim (motor de cilindros horizontais opostos). Nos motores de 4 e 6 cilindros estes, na sua maioria, estão dispostos em linha.

Quanto maior for o número de cilindros de um motor, mais suave será o seu funcionamento, sobretudo a baixa rotação. Na maioria dos automóveis de grande cilindrada (6 ou 8 cilindros) recorre-se à disposição em V. São poucos, em termos de porcentagem, os motores que utilizam o sistema de cilindros horizontais opostos.

Segue abaixo uma foto do Motor da M3 (BMW) V8